3 dicas para organizar as finanças e fugir das dívidas

As dívidas assombram a vida de muitos brasileiros. Com a situação econômica do país delicada e muita insegurança, os custos do dia-dia acabam aumentando, o orçamento já não dá mais conta e aí quando menos a gente espera, as finanças foram para o buraco! Sem saúde financeira a vida fica bagunçada, os problemas se acumulam… sabemos como é. E para ajudar você a manter os gastos em dia, controlar as dívidas e conseguir respirar aliviado no final do mês, seguem algumas dicas para sair do sufoco!

Quais são as suas dívidas?
É preciso dar um basta. Parar, sentar e avaliar todas as contas anteriores e as futuras: compras que estão parceladas no cartão de crédito, carnês e contas que costumam aparecer periodicamente – material escolar ou viagens em feriados, por exemplo. Isso vai te dar um quadro geral do seu endividamento não só para o próximo mês, mas para um período maior. Com isso, será mais fácil planejar sua recuperação financeira e fazer os devidos cortes.

Diga não para novos gastos
Tendo consciência de quais são as dívidas e quando vão terminar, feche a torneira: nada de novas contas. Vale guardar o cartão de crédito e o talão de cheques em casa para não cair na tentação de usar. Comprar à vista é uma ótima opção neste caso, pois não compromete a renda futura. Andar com dinheiro no bolso é outra dica, pois você vê ele indo embora ao vivo: nesse caso, não existe aquela sensação de “não estou gastando” que o cartão causa muitas vezes.

Onde você pode reduzir custos?
Mas para realmente se recuperar, não tem jeito: é preciso apertar os cintos e reduzir os custos de vida para ter de volta aquele fôlego que a inflação tirou. Então reveja seus gastos: desperdícios com água e luz em casa acima do necessário, por exemplo. Faça a famosa listinha de mercado, para ter mais foco na hora de comprar e fugir das tentações – que geralmente nos levam a gastos que podem ser evitados. E nada de excessos, pense sempre duas vezes antes de qualquer compra.

Concentre seu foco nos gastos realmente necessários, como alimentação, moradia e roupas. Certamente este aperto no cinto vai fazer sobrar algum dinheiro – e é aí que começa a sua recuperação financeira!

Com planejamento, economia e seguindo estes conselhos, não vai demorar muito para as finanças voltarem ao azul e seu poder de compra aumentar. Você terá tranquilidade e nada de fios de cabelo branco ou rugas chegando. E já será possível até pensar em um investimento: que tal fazer um Consórcio para ver um carro novo na garagem?

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